terça-feira, 10 de agosto de 2010

Top 7 de coisas irritantes no MSN!!!

Oi gente boa...
Alguma dessas cenas nós fazemos ou somos vitimas das mesmas. Olhe...

01 – Alguém te chama, começa com: - Oi, tudo bem? E as novidades? … clica no botão chato de chamar atenção e quando você responde demoram 15 minutos para responder com um "ta fixe".

02 - Você está escrevendo, percebe que a outra pessoa também está escrevendo, você apaga tudo... É estranho, mas acontece involuntariamente.

03 - Quando vai mandar uma mensagem no final dela sai um ' ] '. Isso porque essa tecla fica muito próximo do “Enter”, aí da nisso mesmo.]

04 - Você entra com o status em off-line só pra ver quem está online. (As vezes essa sou eu,, hehehe, mas é porque não da p falar com tanta gente ao mesmo tempo, assim eu posso escolher com quem falar).

05 - Sempre tem um(a) engraçadinho(a) que fica entrando e saindo toda hora, só pra ser notado.

Aí aparece aquela pilha de mensagens “fulano acabou de entrar”. (Morro de rir com esses, kkk).

06 - Uma pessoa te adiciona e depois de um tempo você vai falar com ela e ela te responde com um: - Te conheço? (Essa é a treva).

07 - Fulano coloca tanto emotion que fica praticamente impossível ler a frase toda. (As vezes também cometo essa gaff, hehehehe, realmente fica mesmo chato pra quem recebe a msg, tentar decifrar o que o outro escreveu).

Fonte: http://so-9dades.blogspot.com/

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Você conhece os maiores inimigos de um relacionamento??

Não existem fórmulas mágicas para um namoro dar certo, mas se você pode evitar certos problemas que ao longo do tempo podem desgastar um relacionamento, melhor. Dê uma olhadinha no pequeno guia das manias que você deve evitar a todo custo.

Estas manias são as maiores inimigas de qualquer namoro ou casamento. Se você conseguir evitá-las desde o começo, terá mais possibilidade de manter a magia com o seu (a) namorado (a) e desfrutar de muitos e muitos anos de paz e muito clima de romance no ar.

Saiba quem são e como evita-los.

1. A televisão

A TV pode ser considerada uma das maiores inimigas do amor. Jantar em frente da televisão e gastar o pouco tempo que vocês têm juntos para ver a novela das oito não favorece em nada a cumplicidade nem faz com que vocês se conheçam melhor.

Entre ficar horas a ver "nada" na televisão e "muita coisa" na cama, o que você prefere? Se é a primeira opção, está na hora de rever o seu relacionamento... além disso, o ideal é que vocês dois conversem, saiam de casa, vão ao cinema, jantem bem e façam programas que os dois gostem.

Uma sugestão é fazer um pacto: vocês só assistirão a programas que interesse a vocês dois de verdade. Caso contrário, o mínimo que farão é alugar um vídeo para ver confortavelmente com a luz apagada e a comer pipoca.


2. Deixar de sair

O cansaço, a preguiça, a rotina... muitas vezes, tudo parece conspirar para que vocês fiquem em casa sem fazer nada do que sair para ir a casa de amigos ou jantar em um bom restaurante. Por que não sair com mais frequência, com amigos ou só vocês dois?

Com o passar do tempo, os casais tendem a ficar cada vez mais caseiros e "fechados na toca". Embora isso seja bom (porque vocês passam muito tempo juntos), isso também pode querer dizer que a vossa vida social está cada vez menor. Com isso, vocês tem cada vez menos experiências novas em comum... pense bem: daqui a alguns anos, se você continuar com ele(a), vai ficar se lembrando "daquela tarde em que ficamos em casa a ver TV"?

Na dúvida, vá ao cinema, ao teatro, a um bom restaurante e siga a agenda cultural da sua cidade. Viajar durante o final de semana também não é nem um pouco uma má ideia, ou é?


3. Falta de tempo

Chegar sempre tarde em casa diminui o tempo que você e o seu (a) namorado(a) têm para se ver e para curtir um ao outro. Além disso, se você trabalha demais, é comum chegar em casa cansada (o) e com os nervos à flor da pele.

Não deixe que o trabalho absorva toda a sua vida, pois isso pode custar o seu namoro com ele (a). Se você realmente precisa trabalhar tanto, não se esqueça de ligar num horário mais folgado do dia, nem que seja na hora do almoço, simplesmente para dizer "oi" ou que está com saudade. Isso pelo menos alivia um pouco o facto de você estar quase sempre indisponível.

Tente, também, sempre separar um tempo para ele (a). Seja um final de semana que vocês vão viajar para passar o tempo todo a curtir o namoro ou simplesmente um horário da semana em que vocês vão fazer um curso juntos... isso aumenta a cumplicidade e favorece o namoro.

4. Relaxar demais

Não é porque vocês se conhecem muito bem e porque existe muita confiança que você tem que relaxar. Ao recebê-lo (a) de chinelos, com o cabelo desarrumado ou com aquela "roupa furada de ficar em casa" você pode ter certeza de que não está contribuindo para aumentar a magia e o romance do namoro.

Embora seja importante vocês terem confiança um no outro e você saber que ele (a) gosta de você mesmo com carrapitos no cabelo, o ideal é você evitar que ele te veja sempre desarrumada. Confiança e cumplicidade é uma coisa; desleixo, outra.

5. Falta de atenção

É outra grande inimiga do namoro. Não se trata de ficar o dia todo a fazer elogios ou comprar presentes, mas mostrar, sempre que possível, o quanto ele (a) está bonito ou se interessar pelas coisas dele (a).

Novamente, um telefonema por dia demonstra interesse e atenção... participe da vida dele (a) e o (a) ajude (ou ao menos o (a) ouça) com o que você puder. Afinal, se você não quer nem saber da vida dele (a), por que está a namorar?

6. Ciúme excessivo

Fazer interrogatórios dignos de filmes policiais ou organizar "tocaias" para saber se ele (a) está te traindo não é exactamente a melhor forma de dizer "eu te amo". Lembre-se que o relacionamento está baseado na confiança, e que ela tem que ser recíproca.

Se ele (a) te dá motivo para desconfiar de alguma coisa, repense o relacionamento e converse. Mas, se não, evite aquelas cenas de ciúme dignas de novela e demonstre que você realmente confia nele (a) da mesma forma que ele (a) confia em você.


7. Abstinência sexual

A vida sexual é importante dentro de um relacionamento. Mesmo que o desejo diminua com o tempo, saiba que não é normal ele simplesmente acabar. A vontade e a paixão têm que se renovar constantemente.

Nesta área, sempre inove. Converse abertamente com ele (a) sobre as fantasias que ele (a) têm na cama e sobre as que você quer realizar também. O importante é não cair na "mesmice", em que o sexo pode parecer obrigação. Isso não é bom para ele (a) e claro nem para você.

8. Política familiar

É óptimo ter boas relações com a família do (a) seu namorado (a) e estar presente nos eventos importantes. Mas não abuse. Nem você nem ele (a) têm que ir em todos os acontecimentos familiares - sejam da sua família ou da dele (a) - nem mesmo estar sempre juntos nestas ocasiões.

Nestas horas, é bom entender os limites que cada um tem e só "requisitar a presença" do (a) amado (a) em eventos realmente importantes. Isso significa que, para passar o sábado à tarde com a sua tia-avó todo final de semana, o ideal é ir sozinha e deixá-lo a jogar a bola com os amigos.


9. A falta de projetos

Manter um namoro não é só enfrentar o dia-a-dia. É preciso construir algo juntos, desde coisas a curto prazo, como uma viagem juntos, um curso que vão fazer etc, a projectos mais ambiciosos, como morar juntos, casar, talvez um filho, uma casa...

Converse mais com ele sobre o futuro, para vocês terem uma ideia do que cada um quer no relacionamento. Só que, claro, sempre com bom senso: não vá perguntar no segundo mês de namoro que nome ele prefere para a segunda filha que vocês terão.

Hehehehe (Alguém entenderá o motivo da rizada)

10. O silêncio

A falta de diálogo é a pior coisa que pode acontecer entre você e ele (a). Lembre-se: para se estar em um relacionamento é necessário haver troca. Os dois têm que falar e os dois têm que escutar. Se isso não ocorre, vocês precisam fazer um esforço e conseguir, nem que seja com ajuda de um terapeuta.

O silêncio é, em geral, a maior causa da perda de interesse de um pelo outro. Com isso, vocês acabam simplesmente por cumprir a rotina sem mais ligar para a outra pessoa... isso mata, aos poucos, o relacionamento e o amor.


Faça bom proveito e curta bastante a sua relação.

Fonte: Redacção terra



sexta-feira, 30 de julho de 2010

Afinal o que significa LOL????

Oi minha gente...

Graças ao meu mais novo kamba e companheiro de blogs Kota 200kz, aprendi o significado da expressão LOL,,, confesso que muitas vezes usei em msgs no hi5 e o resto mesmo sem saber o seu verdadeiro significado. Se já sabe o que significa, óptimo, se não, dê uma olhadinha.

LOL é um elemento comum no internetês, historicamente iniciado no Usenet mas atualmente disseminado em outros meios de comunicação mediados por computador tais como IRC, mensageiros Yahoo!, MSN e muito utilizado também dos jogos de MMORPG (onde é mais usado e aonde foi criado), geralmente utilizado para representar risadas altas (zombação). Lol é um acrónimo para "laugh out loud"(que em português significa algo como "muitas risadas"), "laughing out loud" (algo como "rindo muito alto"),ou ainda lots of laughs ("um monte de risos").

LOL não é uma mania do "internetês", é apenas uma abreviação criada pelos próprios americanos - assim como OMG (Oh My God, "Óh meu Deus"), ou seja são termos existentes que apenas são citadas as iniciais de cada palavra.

Variações

  • lol
  • Lol
  • loL
  • LoL
  • LOl
  • /o/
  • \o\
  • /O/
  • \O\

Fonte: http://200kwanzas.blogspot.com/

Aquele abraço Tio 200,,kkkk

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Vale a pena arriscar a vida pela beleza?

Já faz tempo que eu queria debater esse assunto no blog, cirurgia plástica, implantes e coisas do género, surgiu a oportunidade e vou começar por esse assunto polémico.

Já ouviu falar em Sheyla Hershey? É uma brasileira, residente nos Estados Unidos, famosa por ter senão o maior, um dos maiores pares de seios do mundo.

Se não ouviu falar antes quando a modelo bateu o record de maiores implantes de silicone nos seios, vai saber mais sobre as consequências que hoje caem sobre ela devido a esse acto de vaidade, maluquice ou sabe Deus o que se pode chamar a isso.

Sheyla Almeida Hershey de 30 anos, que ficou conhecida nos últimos anos por tentar obter o título de mulher com as maiores próteses de silicone no mundo, sofre com uma infecção bacteriana que apareceu após a última operação de implante de prótese de silicone nos seios e corre risco de morte.

A modelo corre sério risco de ter de retirar os seios para evitar que as bactérias cheguem à corrente sanguínea e se espalhem pelo corpo.

Em recuperação nos Estados Unidos, Sheyla atendeu a reportagem do G1 e admite arrependimento por ter realizado tantas operações , que ao todo foram 30 cirurgias plásticas, nove delas para aumento de seios que hoje tem 3,5 litros. “Sempre fui alertada por todos, médicos e familiares, e nunca dei ouvidos. Talvez, se tivesse prestado atenção aos conselhos, não estaria passando por essa situação. Estou com uma infecção gravíssima e tive que passar por ela para aprender que nada em excesso é bom”, afirmou.

Caso consiga recuperar, ela pretende deixar apenas 1 litro de silicone.

Até onde vai a nossa vaidade, a busca pela perfeição que todos sabemos que não existe...
Vale pena passar por tudo isso?
Acredito que não, afinal existe muito mais, além da beleza física, mas cada um sabe de si.

Fonte: curiosando.com.br


Justin Bieber em Banda desenhada!

Juntando-se também ao time de Lady Gaga, Robert Pattison, David Backman entre outras grandes figuras do mundo dos famoso, Justin Bieber agora tem a sua própria revista em Banda desenhada, onde, é claro, ele é o protagonista.

Segundo o site Celebuzz, a revista, que tem 32 páginas, chegará as prateleiras norte-americanas em Outubro.

Justin Bieber também trás outras surpresas, ele anunciou que além de HQ (história em quadrinhos), quer fazer um filme contando a sua trajectória musical.

O puto está mesmo a bombar.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Acredite em si!!!

A autoconfiança não é só atingir os seus objectivos. É conhecer-se, acreditar nas suas capacidades, ser capaz de enfrentar mudanças.

Quantas vezes, por hesitação, anula os seus planos e desejos pondo em causa as suas capacidades? Ou diz frases como “Não sou capaz”, “Não mereço tanto”, “Sou muito fraco”? Essa atitude é a pior inimiga de si próprio e tem um nome: falta de autoconfiança.

É certo que a dúvida pode ser positiva e até um sinal de lucidez. Mas quando surge por tudo e por nada, tornando-se uma constante da vida, funciona como um passaporte para a falta de amor por si mesmo e para uma existência plena de dificuldades.




Cada um de nós tem o seu próprio poder. Desenvolver nossos talentos, nossa potencialidade, além de nos fazer felizes, nos mostra a capacidade humana de superação. Do ponto de vista cultural, fomos minados na nossa autoconfiança desde cedo. As críticas constantes, a ênfase em nossos pontos fracos nos tornaram pessoas frágeis, medrosas e tendentes à sensação de fracasso. Nós nos sentimos de acordo com o que pensamos de nós mesmos. O diálogo interno de autocensura, de muita exigência nos torna tímidos, recuados diante da vida e propensos à tristeza quando o mundo não nos atende da maneira que gostaríamos ou quando as dificuldades da vida aparecem.

Pode-se dizer que a autoconfiança é como uma bateria para o carro. Quando está bem carregada, o carro funciona bem. Quando está com pouca carga, o carro engasga ou não funciona.

De que maneira podemos carregar ou descarregar a nossa bateria vital, nosso entusiasmo?


Há alguns mecanismos que destroem a nossa autoconfiança. O primeiro deles é nossa constante frustração. Idealizamos o mundo e as pessoas. Enchemos a nossa cabeça com um monte de "deverias" e nos irritamos quando as pessoas, nós e as coisas não são como deveriam ser. A culpa constante por nossos erros, a sensação de ofendidos, magoados, humilhados e incompreendidos é a consequência do nosso perfeccionismo.

Outro mecanismo, consequência do primeiro, é a auto-piedade. Quantas vezes sentimos pena de nós mesmos. A auto-piedade é o poder dos indefesos. É um mecanismo que, além de culpar os outros, descarrega nossa força vital e nos faz desanimados e, em grau mais intenso, deprimidos. A postura da vítima, sempre se queixando do mundo, o pessimismo de quem só vê o lado escuro dos factos, para quem nada está bom, é característica das pessoas que, ao se sentirem fracas, querem se compensar apontando as falhas do mundo. Outro ladrão da autoconfiança é a indecisão crónica. O medo de errar nos paralisa e nos impede de arriscar.

Por mais que queira, ninguém está sempre a 100%. O segredo está em saber lidar com os momentos baixos. As crises devem ser encaradas não como o fim do mundo e de nós mesmos, mas com maturidade para que possam ser superadas.


Lembre-se que de todas as opiniões que possam existir sobre nós, aquela que mais conta é a nossa. Aja com determinação e não tenha medo de errar, afinal ninguém é perfeito.

Vale a pena viver, acredite...

Bjos









terça-feira, 20 de julho de 2010

Os (as) Ex, como afectam a nossa vida?


Um dos efeitos colaterais da nossa liberdade de escolha afectiva é a multiplicação dos ex. Toda gente tem um ou uma. No passado, quando as pessoas ficavam casadas pela vida inteira, essa figura controversa não existia. Havia ex-presidiário, ex-banqueiro e ex-garota de programa. Mas ex-marido ou ex-mulher, isso era coisa rara.
Hoje em dia, existe muita gente que está no terceiro casamento. E a cada um deles corresponde o espectro de um ex.

Alguns são fantasmas bonzinhos, desses que moram quietinhos na memória e, de vez em quando, nos acenam do fundo de um bar. São benignos.

Outros vêem carregados de lembranças dolorosas. Só de avistá-los a pessoa se deprime.

E há o terceiro tipo, verdadeiro morto-vivo, que é o ex que acha que não acabou – e fica ali em volta, ronda, liga, manda mensagens. Encontrá-lo é sempre uma emoção desagradável.

O pior tipo é o ex de quem nós gostamos. Está lá você, feliz na sua vida, quando a danada (ou danado) aparece para azedar a noite. Pode acontecer a qualquer hora, em qualquer lugar. Não há defesa contra esse tipo de surpresa. No caso dos homens, estar acompanhado de uma mulher interessante atenua o baque. Afinal, ninguém merece ser pego sozinho, com cara de cão sem dono, diante de uma ex com olhar de “nunca fui tão feliz na vida”. Um escudo humano ajuda contra isso, mas não resolve. Ex de quem se gosta sempre dói.


No tempo em que as pessoas se dividiam claramente entre adultos e adolescentes, esse tipo de situação pertencia ao mundo dos adolescentes. Adultos não só tinham relações estáveis e duradouras como, uma vez que elas terminavam, não havia convívio entre ex-marido e ex-mulher. Isso mudou, claro. Os adultos agora trocam de parceiros como adolescentes, vivem em bandos como os adolescentes e, nesses bandos, todo mundo frequenta todo mundo, às vezes de forma carnal. Quando acaba com um, a relação começa com outro. É sempre alguém mais ou menos próximo. O resultado dessa endogamia é convívio indesejado. É troca de mensagens públicas nas redes sociais. É dor.

Tudo isso as vezes é difícil de lidar, mas não vejo escapatória. Numa sociedade em que as pessoas se casam (e se relacionam) muitas vezes, é inevitável que andem por aí a esbarrar nos ex. Ao menos aqueles que dividem o mesmo microcosmo social.

Nas separações normais, passado o tempo regulamentar e superados sentimentos vis, o ex-casal pode conviver perfeitamente. À distância. Podem encontrar-se socialmente, de quando em quando, e trocar palavras amenas. Nessas ocasiões, ela vai avaliar discretamente a barriga e a papada dele e concluir que tudo piorou. Ele, com a mesma discrição, vai passar os olhos nas ancas dela e sentir uma pontinha de saudades. Seres humanos são assim.

Novos cônjuges ou namorados também são objecto de inspecção criteriosa, física e existencial. A rede comum de amigos é empregada para desenterrar detalhes íntimos sobre o sucessor ou sucessora. Se for gente normal, deixa de ser assunto em poucas semanas. E a vida continua, como tem-se dito, a fila anda.

Uma dica útil – infinitamente séria - é examinar com cuidado o caráter da mulher ou do homem a quem você vai se juntar, especialmente se quiser ter filhos. Não há nada pior do que achar-se ligado pelo resto da vida a uma pessoa dificil. Mesmo aquilo que é difícil torna-se é mais fácil quando se está tratando com gente de bem.

Em relação à figura do ex ou da ex, a grande advertência é que eles não vão desaparecer porque nos cansamos deles. As pessoas com quem nos relacionamos de forma duradoura fazem de alguma forma parte da nossa vida. Ficam lá em algum formato de arquivo.

Cabe a nós saber lidar com a situação impedindo que os (as) Ex interfiram no actual relacionamento.


Fonte: vilamulher.terra.com.br